Você entra em um mergulho sobre como o Dia Internacional da Mulher não é apenas uma data, mas um momento para reconhecer a participação das mulheres na floricultura do Brasil. Você vai descobrir que a maior parte da força de trabalho é formada por mulheres, presentes em produção, distribuição e vendas, impulsionando autonomia financeira e fortalecendo famílias no campo. Você vai conhecer iniciativas que ampliam o papel feminino nas cooperativas, como o Comitê de Mulheres que reúne cooperadas, promove capacitação e abre espaços estratégicos. Você ainda verá relatos de liderança em diferentes regiões, mostrando como a participação feminina transforma o setor em motor de desenvolvimento econômico e social. Você vai entender que essa floricultura é mais que flores: é vida, carreira e futuro para você que planta e cuida do Brasil, apoiada pela transformação digital no campo e pelas inovações tecnológicas no agronegócio.
Dia Internacional da Mulher: você percebe o protagonismo da floricultura no Brasil
Neste Dia da Mulher, você descobre que a floricultura vai além de presentear com flores. O setor emprega mulheres em todas as etapas, da produção à venda, e mostra um efeito transformador na vida de milhares de brasileiras. O conjunto de evidências demonstra que mais da metade da força de trabalho é feminina, presente na produção, na distribuição e no varejo, com avanços que refletem em autonomia financeira, permanência de famílias no campo e ocupação de funções estratégicas dentro e fora da porteira. gestão logística no agronegócio aparece como elo-chave para esse ecossistema dinâmico.
- O Dia da Mulher representa cerca de 8% das vendas do setor ao longo do ano, com expectativa de crescer entre 5% e 6% em relação a 2025. Protagonismo feminino na floricultura brasileira
- Segundo Raquel Steltenpool, produtora de flores e diretora de mercado do Ibraflor, o setor permite que você veja mulheres alcançando autonomia financeira, mantendo famílias no campo e ocupando funções estratégicas dentro e fora da porteira.
Observação: o papel das mulheres na floricultura não se limita aos campos, estandes e depósitos. Elas consolidam espaços de decisão e fortalecem o setor como um todo, segundo especialistas da área.
Participação feminina na floricultura
Essa participação é fortalecida pela inclusão digital no campo, que amplia o acesso à capacitação e às oportunidades de liderança.
- O conjunto de evidências mostra que você encontra mulheres em todos os elos da cadeia: desde a produção até a distribuição e a venda.
- A presença feminina é um traço recorrente, com resultados que vão além do número formal de vagas.
- De acordo com relatos setoriais, o empoderamento feminino está ligado à possibilidade de autonomia econômica, à permanência de famílias no meio rural e à ocupação de cargos estratégicos dentro de organizações do setor.
Liderança e cooperação: mulheres em cooperativas
Esse movimento de liderança é potencializado por inovações tecnológicas no agronegócio, que ajudam cooperativas a ampliar participação, capacitação e resultados. Inovações tecnológicas no agronegócio fortalecem a gestão e abrem espaços para a atuação feminina.
- Cooperativa Veiling Holambra (CVH), em Santo Antônio da Posse (SP): mulheres exercem papéis-chave na presença coletiva do setor de flores e plantas. Desde 2021, o Comitê de Mulheres reúne centenas de cooperadas em encontros, capacitações e eventos nacionais, promovendo crescimento pessoal e profissional e incentivando a participação em posições estratégicas da cooperativa. GranFlora: modelo de negócio cooperativo
- Raíssa Swalmen, coordenadora do Comitê de Mulheres, comenta que o grupo não é apenas um espaço de troca, mas uma base para que mulheres ocupem posições estratégicas, contribuindo para o desenvolvimento sustentável da cooperativa e do setor. Papel feminino na floricultura regional.
- Cooperflora: quase metade dos cooperados são mulheres ou possuem gestão liderada por mulheres. Além disso, aproximadamente 50% do quadro de colaboradores da sede é feminino, com várias mulheres ocupando funções estratégicas. Exemplos de liderança incluem uma gerente que comanda uma equipe majoritariamente feminina e uma sócia-fundadora que é referência histórica para a participação feminina no setor. Liderança feminina em cooperativas florícolas.
Destaques regionais
Para entender como o ecossistema se conecta com o território, vale acompanhar casos de conectividade rural e internet no campo no âmbito da floricultura, que impulsionam turismo, produção sustentável e novos modelos de negócio.
- Ceará: Lucivanda Fernandes Siqueira, produtora de rosas em Ubajara, ficou em primeiro lugar na categoria Pequena Propriedade do 8º Prêmio Mulheres do Agro 2025. Sua fazenda envolve produção sustentável, turismo rural e economia criativa, gerando emprego e impacto social. A propriedade tem 12 hectares de estufas, tanques de armazenamento, captação de água da chuva e reaproveitamento de pétalas para compostagem e experiências sensoriais. O turismo imersivo, a marca própria de cosméticos e aromaterapia, além de um restaurante com produtos regionais, geram aproximadamente 178 empregos entre a fazenda e unidades urbanas. PIB da cadeia de flores e plantas ornamentais.
- Rondônia: a trajetória de Tereza Alves Cordeiro de Campos, fundadora da Estância Vitória, em Urupá, mostra inovação e empreendedorismo no setor. Com 40.000 m² de estufas, a estância produz espécies tropicais como Caladium, Aglaonema, Syngonium, Euphorbia e Dracena, além de desenvolver novas variedades por meio de melhoramento genético próprio, sem depender de laboratórios externos. O lançamento mais recente é o Caladium Lança, uma variedade resistente ao frio, de tamanho compacto, voltada para cultivo em vasos, previsto para setembro. A estância fornece mudas para produtores de diferentes regiões e vende diretamente em pontos de venda como o Ceaflor (Jaguariúna, SP).
Conclusão
Você percebe que o Dia Internacional da Mulher não é apenas uma data, mas um momento para reconhecer o protagonismo das mulheres na floricultura do Brasil. Ao refletir sobre a participação feminina em produção, distribuição e venda, você entende que essa atuação impulsiona a autonomia financeira, fortalece famílias no campo e dinamiza o conjunto do setor. A floricultura, com exemplos de liderança em cooperativas como o Comitê de Mulheres, mostra que você pode ocupar cargos estratégicos e promover mudanças reais.
Você vê que iniciativas como a Cooperativa Veiling Holambra – CVH e a Cooperflora não são apenas marcas, mas espaços que ampliam a participação feminina, criam oportunidades de capacitação e consolidam a presença de mulheres na gestão. Nas histórias de Ceará e Rondônia, você encontra evidências de que o talento feminino gera empregos, inspira turismo rural e impulsiona inovação.
Então, se você atua nesse ecossistema, saiba que sua voz, sua formação e sua liderança ajudam a transformar a floricultura em um motor de desenvolvimento econômico e social para o Brasil. Que cada flor plantada seja também um passo de protagonismo, abrindo caminho para o seu futuro, para o futuro das mulheres ao seu redor e para o Brasil, fortalecendo o agronegócio brasileiro no mercado mundial.
Perguntas frequentes
Quem lidera a floricultura brasileira e por que isso é importante?
As mulheres formam mais da metade da força de trabalho e atuam em produção, distribuição e vendas, fortalecendo o setor.
Qual é o papel das mulheres em toda a cadeia da floricultura?
Elas trabalham desde a produção até as vendas, ajudando a gerar empregos e manter famílias no campo.
O que dizem Cepea/Esalq-USP e Ibraflor sobre a participação feminina?
Mais da metade da força de trabalho é de mulheres, presentes em todos os elos. PIB da cadeia de flores e plantas ornamentais e IBRAFLOR e o crescimento da floricultura.
Qual o impacto do Dia Internacional da Mulher nas vendas do setor?
Representa cerca de 8% das vendas anuais, com expectativa de crescer 5 a 6% até 2025.
O que a Cooperativa Veiling Holambra faz pelas mulheres?
Criou o Comitê de Mulheres em 2021; cerca de 140 cooperadas participam de encontros e capacitações.
Como a Cooperflora promove a participação feminina?
Cerca de 45% dos cooperados são mulheres ou lideram propriedades; quase 50% do quadro da sede é feminino; há lideranças como Mariela Grisotto. Liderança feminina em cooperativas florícolas.
Quem é Lucivanda Fernandes Siqueira e qual é sua conquista?
Produtora de rosas em Ubajara (CE) e vencedora do 1º lugar na categoria Pequena Propriedade do 8º Prêmio Mulheres do Agro 2025.
O que inspira na trajetória de Tereza Alves Cordeiro de Campos?
Fundadora da Estância Vitória, com 40.000 m² de estufas, melhoramento genético autoral e lançamento Caladium Lança; mostra inovação e geração de empregos.




